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  • Fiesp ataca Reforma Tributária com preconceito e crueldade

    Fiesp ataca Reforma Tributária com preconceito e crueldade

    Conteúdo especialFiesp ataca Reforma Tributária com preconceito e crueldade

    Zona Franca de Manaus: quando a concentração econômica tenta se disfarçar de neutralidade

    DivulgaçãoConteúdo Especial20/05/2026 14:19, atualizado 20/05/2026 14:34Metrópoles – O mais acessado do Brasil

    A ação movida pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) contra os mecanismos da Reforma Tributária que preservam a competitividade da Zona Franca de Manaus (ZFM) precisa ser chamada pelo nome que carrega.

    Não se trata apenas de divergência tributária.

    Trata-se de uma reação política contra qualquer tentativa de desconcentrar poder econômico no Brasil.

    “Mais do que uma disputa jurídica ou tributária, o que está em jogo é o tipo de país que se pretende construir: um Brasil concentrado, em que os mais fortes acumulam ainda mais vantagens, ou uma nação capaz de usar sua política fiscal para estimular o desenvolvimento regional e reduzir desigualdades históricas. Atacar a ZFM, nesse contexto, é atacar não apenas um modelo de incentivo que permaneceu na Reforma Tributária, mas a própria ideia de um país mais equilibrado e menos desigual.”

    Augusto Cesar Rocha, professor da UFAM

    O discurso apresentado fala em “neutralidade”, “equilíbrio concorrencial” e “ruptura federativa”. Mas, o que emerge por trás da linguagem técnica é algo mais antigo e mais profundo: a resistência histórica das regiões mais ricas do país em aceitar que outras partes do Brasil tenham direito real ao desenvolvimento.

    A lógica da concentração raramente se apresenta como concentração.

    Ela costuma se apresentar como racionalidade econômica.

    Mas, na prática, quase sempre dialoga com ambição desmedida, preservação de hegemonia e manutenção de privilégios históricos.

    O que está em curso é uma tentativa de impedir que a Amazônia mantenha um instrumento mínimo de competitividade justamente no momento em que a Reforma Tributária fortalece ainda mais os grandes centros consumidores nacionais.

    “O Constituinte de 1988 entendeu que a manutenção da ZFM como área de incentivos fiscais é o instrumento adequado para atuar positivamente em direção à busca da redução das desigualdades regionais que é um dos objetivos permanentes da República, consagrado no artigo 3o, III da CF/88.”

    Lucio Flavio Oliveira, presidente executivo do CIEAM

    É importante dizer isso com clareza.

    A nova lógica tributária da cobrança no destino já favorece estruturalmente estados que concentram mercado, infraestrutura, logística, crédito, universidades, fornecedores e densidade industrial. Ou seja, regiões que já largaram décadas à frente do restante do país.

    Ainda assim, a preservação constitucional da Zona Franca parece incomodar.

    E aqui surge a contradição central.

    Durante anos, o Brasil conviveu com uma ampla guerra fiscal. Incentivos foram concedidos por diversos estados à margem do Confaz. O ambiente foi tão disseminado que a própria União precisou editar a Lei Complementar 160/2017 para convalidar benefícios considerados ilegais e evitar uma crise institucional e econômica de grandes proporções.

    Na prática, o país inteiro reconheceu que houve competição tributária desordenada durante décadas.

    Mas, agora, justamente quando a Reforma Tributária tenta reorganizar o sistema preservando uma política regional prevista na Constituição, a reação aparece travestida de defesa da concorrência.

    “A Zona Franca de Manaus tem relevante papel de promover a redução das desigualdades regionais e sociais, bem como colaborar com a preservação ambiental e da soberania nacional, auxiliando na defesa do território brasileiro, pela ocupação física de área da nossa geografia cujas riquezas e importância são reconhecidas internacionalmente.”

    Luiz Augusto Rocha, presidente do Conselho Superior do CIEAM

    Mais curioso ainda é que os próprios estados brasileiros participaram da construção do consenso federativo que sustentou a Emenda Constitucional 132 e as leis complementares posteriores.

    Houve entendimento formal no âmbito do Comsefaz reconhecendo a necessidade de preservação da competitividade da Zona Franca de Manaus.

    Ou seja, a judicialização atual não nasce da ausência de debate. Nasce da inconformidade com o resultado democrático do debate.

    Os números desmontam qualquer narrativa alarmista.

    Segundo a Confederação Nacional da Indústria, São Paulo concentra quase 30% da indústria brasileira. O Amazonas representa cerca de 2,3%.

    Em estabelecimentos industriais, o Amazonas possui apenas 0,6% do total nacional.

    Ainda assim, parte do setor econômico do estado mais rico do país resolveu tratar a existência de um polo industrial amazônico como ameaça competitiva.

    Isso revela mais sobre o imaginário do poder econômico brasileiro do que sobre a realidade industrial do Amazonas.

    Afinal, qual é exatamente o temor?

    Que uma região isolada logisticamente, distante dos grandes centros consumidores e cercada por enormes limitações estruturais consiga preservar algum nível de atividade industrial?

    O que parece incomodar não é o tamanho da Zona Franca.

    É sua existência.

    Porque ela desafia uma lógica histórica segundo a qual riqueza, infraestrutura e oportunidade devem permanecer concentradas nos mesmos espaços geográficos de sempre.

    A Amazônia interessa ao Brasil como ativo climático, reserva mineral, patrimônio ambiental e vitrine geopolítica. Mas, parte do país ainda demonstra desconforto quando a região reivindica instrumentos econômicos capazes de sustentar sua própria integração produtiva.

    Quer-se a floresta preservada. Mas sem autonomia econômica amazônica.

    Quer-se estabilidade climática. Mas sem repartição mais equilibrada das oportunidades nacionais.

    Quer-se soberania territorial. Mas sem presença robusta de desenvolvimento formal na região.

    A indústria de Manaus ajudou o Brasil a preservar uma das maiores áreas florestais contínuas do planeta enquanto gerava emprego, arrecadação, tecnologia e presença econômica legal numa região historicamente vulnerável à ocupação predatória.

    Fragilizar esse modelo não fortalece o Brasil.

    Fortalece apenas a velha dinâmica nacional de concentração.

    E talvez seja exatamente isso que essa disputa revela com maior nitidez.

    Há setores que aceitam discutir desigualdade regional desde que ela jamais deixe de existir.

    • Artigo escrito por Alfredo Lopes, filósofo, escritor e editor da coluna Follow Up.

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    Fonte: Metrópoles

  • Obras de asfaltamento da estrada que liga Geminiano ao povoado Muquém seguem em ritmo avançado

    Obras de asfaltamento da estrada que liga Geminiano ao povoado Muquém seguem em ritmo avançado

    A Prefeitura Municipal de Geminiano segue acompanhando o andamento das obras de pavimentação asfáltica da estrada que liga a sede do município ao povoado Muquém. A intervenção representa um importante investimento em infraestrutura e mobilidade, beneficiando diretamente moradores, produtores rurais e todos os que utilizam a via diariamente. Com os serviços em rítimo avançado de […]

    Fonte: Cidade Verde

  • Obras de asfaltamento da estrada que liga Geminiano ao povoado Muquém seguem em ritmo avançado

    Obras de asfaltamento da estrada que liga Geminiano ao povoado Muquém seguem em ritmo avançado

    A Prefeitura Municipal de Geminiano segue acompanhando o andamento das obras de pavimentação asfáltica da estrada que liga a sede do município ao povoado Muquém. A intervenção representa um importante investimento em infraestrutura e mobilidade, beneficiando diretamente moradores, produtores rurais e todos os que utilizam a via diariamente. Com os serviços em rítimo avançado de […]

    Fonte: Cidade Verde

  • Emprego formal cresce no Amapá com 818 novas vagas em março

    Emprego formal cresce no Amapá com 818 novas vagas em março

    Três dos cinco grandes grupos de atividades econômicas registraram saldo positivo no estado amapaense no terceiro mês do ano. Em todo o país, foram criados mais de 228,2 mil novos postos O Amapá gerou 818 empregos formais em março de 2026, segundo dados do Novo Caged divulgados na quarta-feira (29/4) pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Três dos cinco grandes grupos de atividades econômicas pesquisadas registraram saldo positivo no estado amapaense no terceiro mês do ano. O setor de Comércio foi o que mais gerou empregos formais, tendo aberto 520 vagas. Em seguida aparecem Serviço (457 postos) e Indústria (12). Os desempenhos negativos foram registrados nos setores da Agropecuária (-78) e da Construção (-93). Foto: Jhon Martins/GEA MUNICÍPIOS – A capital, Macapá, foi o município amapaense com maior saldo de empregos formais em março, tendo gerado 813 novos empregos com carteiras assinadas. Em seguida aparecem as cidades de Santana (123), Calçoene (20) e Oiapoque (6). GÊNERO – No recorte por gênero, a maior parte dos empregos com carteira assinada gerados no Amapá em março foi ocupada por homens: 527. No período, as mulheres foram responsáveis por ocupar 291 novos empregos. FAIXA ETÁRIA E INSTRUÇÃO – No que diz respeito à faixa etária, a maior parte dos postos gerados no Amapá no período foi ocupada por jovens de 18 a 24 anos, que preencheram 301 novos postos formais. Na análise sobre grau de instrução, a maioria dos vínculos no estado em março foi ocupada por pessoas com ensino médio completo, que preencheram 800 vagas. NACIONAL – O mercado de trabalho brasileiro gerou 228.208 novos empregos com carteira assinada em março de 2026. O resultado é fruto de 2,52 milhões de admissões e 2,29 milhões de desligamentos. Com o desempenho de março, o país acumula 613.373 novas vagas formais no primeiro trimestre do ano. Já no recorte dos últimos 12 meses, entre abril de 2025 e março de 2026, foram criados 1,21 milhão de empregos com carteira assinada. O desempenho também elevou para 49,08 milhões o número de vínculos formais ativos no Brasil, uma alta de 2,6% em relação ao mesmo período do ano passado. Na comparação com março de 2025, quando foram geradas 79.994 vagas, o saldo de março deste ano confirma a expansão do mercado de trabalho formal. UNIDADES DA FEDERAÇÃO – No terceiro mês de 2026, 24 das 27 unidades da Federação tiveram saldos positivos. Os destaques foram São Paulo (+67.876), Minas Gerais (+38.845) e Rio de Janeiro (+23.914). As UFs com saldo negativo foram Alagoas (-5.243), Mato Grosso (-1.716) e Sergipe (-338). O crescimento proporcional do emprego formal foi liderado pelo Acre, que registrou variação relativa de 0,92%, seguido por Roraima, com alta de 0,88%, e Piauí, que apresentou expansão de 0,86%. GRUPOS ECONÔMICOS – Março apresentou variação positiva em quatro dos cinco grandes setores da economia. O setor de Serviços foi o maior gerador de postos no mês, com mais 152.391 vagas (+0,6%). O grupo foi impulsionado principalmente por atividades como atividades administrativas (38.782), educação (21.837) e saúde e serviços sociais (22.372). A Construção registrou aumento de 38.316 postos formais, puxadas por obras de infraestrutura (15.316) e construção de edifícios (13.330). O terceiro maior gerador foi a Indústria, com saldo de 28.336 postos, com ênfase na fabricação de produtos de carne (5.113), processamento de fumo (2.885) e fabricação de biocombustíveis (2.613). O Comércio gerou 27.267 empregos, com resultados positivos no ramo varejista (11.991) e atacado (11.991). Já a Agropecuária registrou saldo negativo de -18.096, impulsionado pela desmobilização de maçã, soja e laranja. GRUPOS POPULACIONAIS – A geração de empregos apresentou saldo positivo para mulheres, com 132.477 novas vagas, e para homens, com 95.731 postos. Os jovens de até 24 anos respondem por 72,6% do saldo total no mês, o equivalente a 165.785 postos. Quanto ao nível de escolaridade, pessoas com ensino médio completo (183.037) lideraram a ocupação dos postos, seguidas por trabalhadores com nível superior (23.265). No recorte por raça, o balanço foi positivo para pardos (142.228), brancos (68.663), pretos (33.823) e amarelos (883). O mercado absorveu 224.236 novos trabalhadores brasileiros e naturalizados, além de 3.972 estrangeiros. SALÁRIOS – O salário médio real de admissão em março de 2026 foi de R$ 2.350,83, com variação negativa de R$ 17,50 (-0,7%) em relação a fevereiro. Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, houve aumento de R$ 41,80 (+1,8%). Entre os trabalhadores considerados típicos, o salário médio foi de R$ 2.397,89, enquanto para os não típicos ficou em R$ 2.019,09. . . Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República

    Fonte: Cidades na Net

  • Mary Paes apresenta recital “Das Delicadezas ao Caos” no aniversário de 81 anos da Biblioteca Elcy Lacerda

    Mary Paes apresenta recital “Das Delicadezas ao Caos” no aniversário de 81 anos da Biblioteca Elcy Lacerda

    Performance reúne poesia, música e intensidade dramática na programação especial desta quinta-feira (30), em Macapá A artista Mary Paes se apresenta nesta quinta-feira (30), às 20h, na programação de aniversário de 81 anos da Biblioteca Pública Elcy Lacerda, no centro de Macapá, ao lado de outros nomes da cena cultural local. Na ocasião, Mary sobe ao palco acompanhada dos músicos Ladio Gomes e Renato Gemaque, trazendo um recorte do recital “Das Delicadezas ao Caos”. A performance transita entre a suavidade e o drama intenso, marca registrada da artista, conduzindo o público por uma experiência sensível e crescente em emoção. Foto: Jesiel Braga Para Mary Paes, integrar a celebração da biblioteca tem um significado especial. A artista destaca sua relação de mais de duas décadas com o espaço, onde construiu parte de sua trajetória cultural, participou de eventos literários, de artes visuais e audiovisual, além de contribuir com a criação da primeira gibiteca da unidade, ainda como integrante da coordenação do Coletivo AP Quadrinhos, na época. “Para mim, assim como para os meus colegas artistas e escritores, é histórico estar nesta programação, pois a biblioteca é uma extensão nossa, principalmente para nós da literatura. Estou muito feliz em fazer parte disso tudo”, enfatiza. Sobre a artista: Foto: Jesiel Braga Mary Paes é jornalista, escritora, poeta, compositora e atriz. Nascida em Tacuru (MS) e radicada em Macapá desde 2005, considera-se cidadã amapaense. Escreve desde os seis anos e, há mais de 20 anos, dedica-se à arte e à cultura no estado, consolidando-se como uma das vozes de destaque na performance poética local. Seu trabalho literário é marcado por um lirismo intimista, frequentemente atravessado pelo erotismo, explorando desejos, esperas e as múltiplas camadas das subjetividades amorosas. Apaixonada por artes visuais, especialmente fotografia, incorpora essa estética sensível em sua poesia. A artista acumula participações em mais de 15 coletâneas nacionais, além de revistas literárias e HQs. Entre suas obras mais reconhecidas estão “Das declarações de amor que eu não fiz” (2018) e “Penélope Moderna” (2024). Também é fundadora e vocalista da banda lítero-musical homônima ao seu livro mais recente. Atuante em diversos coletivos e movimentos culturais do Amapá, integra iniciativas como Mulherio das Letras AP – Matinta Pereira, Pena e Pergaminho, FIM – Festival Imagem Movimento, Novo Rock Amapá e o movimento Pulso Norte. O evento é uma realização da Biblioteca Pública Elcy Lacerda e Secretaria de Estado da Cultura (Secult-AP). Serviço: Mary Paes na programação de aniversário da Biblioteca Pública Elcy Lacerda Data: 30 de abril Hora: 20h Endereço: Rua São José, 1800 – Centro. Macapá/AP

    Fonte: Cidades na Net

  • Deputada federal que pagou procedimento estético com dinheiro público é cassada em ação do MP Eleitoral

    Deputada federal que pagou procedimento estético com dinheiro público é cassada em ação do MP Eleitoral

    Em 2022, ela custeou harmonização facial com recursos da campanha eleitoral. Condenação foi mantida pelo TSE, nesta quinta-feira (30) Por unanimidade, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) manteve, nesta quinta-feira (30), a cassação do mandato da deputada federal Silvia Nobre Lopes, conhecida como Silvia Waiãpi, por utilizar recursos públicos de campanha para pagar procedimento de harmonização facial nas eleições de 2022. O pedido de cassação foi apresentado pelo Ministério Público (MP) Eleitoral à Justiça Eleitoral do Amapá, após denúncia da então coordenadora de campanha da parlamentar. Foto: Banco de Imagens – Câmara dos Deputados O mandato da deputada já havia sido cassado pelo Tribunal Regional Eleitoral do Estado (TRE/AP), mas ela recorreu ao TSE. Segundo o MP Eleitoral, a parlamentar utilizou R$ 9 mil do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), quando era candidata, para custear procedimento estético, o que é proibido pela legislação eleitoral. A decisão foi baseada no art. 30-A da Lei nº 9.504/1997 (Lei das Eleições), que prevê a cassação do diploma em casos de irregularidades graves na arrecadação ou nos gastos de campanha. Na sessão de hoje, o vice-procurador-geral eleitoral, Alexandre Espinosa, destacou que os gastos irregulares foram comprovados por documentos e testemunhas, o que representa “grave violação à moralidade e à transparência” nas despesas de campanha. Ele ressaltou ainda que a deputada falsificou nota fiscal para burlar a fiscalização da Justiça Eleitoral. “O montante desviado não pode ser considerado irrelevante, quando estamos diante de ilegalidade qualificada e má-fé”, apontou o vice-PGE. Julgamento – O relator do caso, ministro André Mendonça, afirmou que os fatos foram devidamente comprovados e que a conduta da parlamentar “ofende diretamente a integridade moral do processo eleitoral e compromete a legitimidade do mandato obtido nas urnas”. O caso estava em julgamento no plenário virtual, mas foi para o plenário físico após pedido do ministro Nunes Marques. Com a decisão do TSE, os votos recebidos pela parlamentar serão anulados. Com isso haverá recálculo dos quocientes eleitoral e partidário, para que a vaga seja redistribuída. O TSE determinou a comunicação imediata ao presidente do TRE/AP para que a medida seja cumprida. Recurso Ordinário Eleitoral 0601542-45.2022.6.03.0000 . . . Fonte: Secretaria de Comunicação Social Procuradoria-Geral da República

    Fonte: Cidades na Net

  • PF prende suspeito ao receber dinheiro falso pelos Correios em Mazagão

    PF prende suspeito ao receber dinheiro falso pelos Correios em Mazagão

    Um homem foi preso em flagrante pela Polícia Federal nesta quinta-feira (30), no município de Mazagão, suspeito de adquirir cédulas falsas enviadas por encomenda postal. A ação contou com apoio da área de segurança dos Correios e integra o monitoramento de remessas suspeitas no estado. Foto: Imagem Ilustrativa De acordo com a PF, a investigação começou a partir de indícios levantados pelos Correios sobre uma possível entrega contendo dinheiro falsificado. A partir dessas informações, os policiais passaram a acompanhar o trajeto da encomenda até o destino final. No momento da entrega, os agentes realizaram a abordagem e acompanharam a abertura do pacote pelo próprio destinatário. Dentro da encomenda, foram encontradas cinco cédulas falsas de R$ 100, totalizando R$ 500. A irregularidade foi confirmada ainda no local, o que levou à prisão imediata do suspeito. Segundo a Polícia Federal, casos como esse têm se tornado mais frequentes com o uso de serviços postais para a circulação de moeda falsa, geralmente adquirida pela internet. O crime de aquisição de dinheiro falsificado está previsto no Código Penal Brasileiro e pode resultar em pena de até 12 anos de prisão, além de multa. Após a prisão, o homem foi encaminhado à Superintendência da Polícia Federal no Amapá, em Macapá, onde passou pelos procedimentos legais. O material apreendido será submetido à perícia técnica para confirmar as características das cédulas e auxiliar no rastreamento da origem do dinheiro. A PF informou que as investigações continuam com o objetivo de identificar outros envolvidos e possíveis ramificações do esquema, incluindo fornecedores e destinatários de moeda falsa na região. . . . Fonte: Ascom PF

    Fonte: Cidades na Net

  • Prefeito anuncia cantor falecido há mais de 10 anos para festa junina na Bahia; “Rei do Brega”

    Prefeito anuncia cantor falecido há mais de 10 anos para festa junina na Bahia; “Rei do Brega”

    Hagge (MDB), prefeito de Itapetinga, localizada no sudoeste da Bahia, cometeu um erro ao divulgar uma das atrações para o São João da cidade, programado para ocorrer entre 20 e 23 de junho. O equivoco foi registrado durante uma transmissão ao vivo realizada na quarta-feira (29). Em uma live nas redes sociais, o político do MDB mencionou que um dos espetáculos contaria com a presença do cantor Reginaldo Rossi. O ponto interessante é que o “Rei do Brega” faleceu em dezembro de 2013, aos 69 anos de idade. O prefeito recebeu prontamente uma correção do secretário de Governo, Geraldo Trindade. Na verdade, a atração que deveria ter sido divulgada pelo prefeito era Amado Batista. De acordo com a administração municipal, o pagamento ao artista será de R$ 600 mil, sendo que os fundos serão totalmente provenientes do governo do estado. Fonte: Mídia Bahia  

    Fonte: Cidades na Net

  • STJ decide que emprestar dinheiro com juros não é crime

    STJ decide que emprestar dinheiro com juros não é crime

    Empréstimos entre pessoas físicas com cobrança de juros não são considerados ilegais automaticamente, desde que os encargos aplicados respeitem os limites previstos na legislação brasileira. O entendimento tem como base parâmetros ligados à taxa SELIC e decisões já consolidadas pelo Superior Tribunal de Justiça. De acordo com o posicionamento do tribunal, mesmo em situações caracterizadas como agiotagem, o devedor continua obrigado a devolver o valor recebido. No entanto, o credor não pode exigir juros considerados abusivos ou superiores aos permitidos em lei. A Justiça também reconhece que contratos particulares e termos de confissão de dívida não impedem a revisão judicial dos valores cobrados. Isso significa que o devedor pode contestar cláusulas consideradas irregulares e solicitar reavaliação dos cálculos apresentados. Entre os direitos assegurados estão o questionamento de juros abusivos, o pedido de revisão do débito e, em determinadas situações, a devolução de valores pagos indevidamente. Fonte: Jovem Pan

    Fonte: Cidades na Net

  • Revitalização do Zerão entra em nova fase com substituição do gramado

    Revitalização do Zerão entra em nova fase com substituição do gramado

    O Governo do Estado do Amapá avançou para uma nova etapa da reforma do Estádio Estadual Milton de Souza Corrêa, o Zerão, em Macapá. As obras agora concentram esforços na substituição completa do gramado natural, já desgastado pelo uso, além da modernização dos sistemas de drenagem e irrigação, considerados essenciais para melhorar as condições do campo. Foto: Jhon Martins/GEA Com investimento de aproximadamente R$ 6 milhões, oriundos do Tesouro Estadual, do Programa Calha Norte e de emenda parlamentar, a obra, executada pela Secretaria de Estado da Infraestrutura (Seinf), abrange desde o reforço da segurança estrutural até a renovação dos sistemas elétrico, hidráulico/sanitário e de iluminação. A intervenção no campo de jogo é uma operação complexa, que vai além do simples plantio da grama. O processo inclui a remoção de raízes e do solo superficial, seguida de escavação e regularização do subleito, garantindo que o novo piso atenda às exigências de competições nacionais e internacionais. Registros das equipes técnicas mostram o avanço na retirada do solo antigo, etapa essencial para a eficiência do novo sistema de drenagem. A conclusão das obras está prevista para o decorrer deste ano, Foto: Jhon Martins/GEA O secretário de Estado da Infraestrutura, Odailson Benjamin, destaca que a modernização do Zerão preserva o patrimônio cultural e esportivo do estado. “O Zerão é um símbolo único da nossa capital e do esporte amapaense. Trata-se de uma reestruturação profunda, que garante mais segurança aos torcedores e melhor desempenho aos atletas. A substituição do gramado é fundamental para que o estádio possa receber grandes eventos com a estrutura que o povo do Amapá merece”, pontuou o secretário. História e simbolismo Fundado em 1990, o estádio possui fama internacional pelo fato de a linha do meio-campo coincidir com a Linha do Equador, permitindo que as equipes joguem em hemisférios diferentes. Ao longo das décadas, o local transformou-se em um complexo esportivo e hoje é reconhecido como patrimônio turístico e cultural do estado. Foto: Jhon Martins/GEA A previsão é que os serviços sejam concluídos ao longo de 2026, com a entrega de um espaço totalmente renovado, moderno e seguro para a comunidade esportiva. . . . Fonte: Jamylle Nogueira

    Fonte: Cidades na Net